Extensão

A Extensão Universitária é o processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre universidade e sociedade. É uma via de mão dupla, com trânsito assegurado à comunidade académica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da práxis de um conhecimento académico (I ENCONTRO NACIONAL DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO, 1987).

Segundo o Plano Nacional de Extensão 1991-2001, a Extensão Universitária é definida como “prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades de ensino e pesquisa com as demandas da população”.

Extensão da Católica de Quixadá

Com base na Resolução Nº 39, de 11 de dezembro de 2012, que aprova o Programa de Extensão da instituição, protocolado junto ao MEC, a Faculdade Católica de Quixadá mantém programas permanentes de Extensão em conexão com instituições de ensino, cursos e eventos integrados voltados para a divulgação religiosa, científica, artística e cultural, sempre respeitando os valores cristãos, democráticos de igualdade e desenvolvimento social.

A Extensão da Católica de Quixadá visa o atendimento à comunidade, integrando ações de natureza cultural, artística, científica, técnica e social relacionadas à prática dos conhecimentos adquiridos por meio das atividades acadêmicas. Trata-se de um processo educativo, cultural e científico, que viabiliza uma relação transformadora entre a Instituição e a sociedade.

Diretrizes políticas da extensão na Católica de Quixadá

  • Observância dos princípios éticos e morais que orientam a ação institucional;
  • Promoção da interação transformadora entre a Instituição e a sociedade, unindo as artes e a ciência ao ensino, à iniciação científica/pesquisa e ao desenvolvimento social;
  • Articulação com a sociedade, por meio de ações de extensão desenvolvidas por discentes e docentes;
  • Construção da cidadania, por meio do conhecimento e da interação com situações desafiadoras da realidade social;
  • Aproximação entre os currículos de formação profissional e a realidade social;
  • Estímulo à problematização como atitude de interação com a realidade;
  • Estímulo à experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ação social;
  •  Desenvolvimento de uma atitude crítica e questionadora diante dos desafios impostos pela realidade social;
  • Identificação de produtos e processos adequados aos interesses e demandas da comunidade;
  • Identificação de tendências e vocações regionais;
  • Estimulação dos processos de aprendizagem em temáticas relevantes para a comunidade, por meio da articulação entre a produção do conhecimento e desenvolvimento social;
  • Identificação e incentivo à formação de grupos empreendedores, com vistas à geração de renda e melhoria da qualidade de vida;
  • Elaboração de diagnóstico e planejamento de ações de forma participativa (incubadoras de cooperativas,  grupos artísticos e de trabalho em áreas diversas).

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